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Guerra da Rússia-Ucrânia

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Conteúdo publicado há
1 mês

Ucrânia divulga vídeo de drone kamikaze atingindo tanque e soldados; veja

Do UOL, em São Paulo

25/05/2022 10h11Atualizada em 25/05/2022 11h25

Um vídeo divulgado pelas Forças Armadas da Ucrânia mostra o momento em que um drone kamikaze atinge um tanque que seria da Rússia com soldados. As imagens foram compartilhadas nas redes sociais no dia em que a guerra entre os dois países completa três meses.

Nas imagens, capturadas por uma câmera do drone, é possível ver soldados em cima do veículo de guerra. Segundo a Ucrânia, os russos estavam "calmamente bebendo álcool, sentados na armadura do seu tanque". Não foi informado se o ataque com o equipamento deixou mortos.

Em post nas redes sociais, as Forças Armadas da Ucrânia descrevem o drone como "um poderoso explosivo que voa diretamente para o tanque, causando perdas irreparáveis ao adversário". É a primeira vez que a Ucrânia divulga imagens do uso desse equipamento de combate.

"Este é um bom exemplo de como a ajuda de parceiros estrangeiros em combinação com a formação e profissionalismo dos nossos soldados produzem resultados positivos na linha da frente", acrescentaram as Forças Armadas da Ucrânia.

EUA forneceram drones à Ucrânia

Os Estados Unidos doaram cerca de 100 unidades de drones kamikaze para a Ucrânia em março deste ano. Em abril, um funcionário do Pentágono afirmou que um pequeno grupo de soldados ucranianos foi treinado para aprender a controlar os drones de combate.

Este tipo de drone é essencialmente uma bomba controlada remotamente para atingir objetivos inimigos. Batizado em referência ao modo que abrem suas asas ao decolar, os drones Switchblade também são conhecidos como munições de espreita, pois podem voar áreas e permanecer lá até que um alvo seja identificado. O operador pode então direcioná-los para fazê-los explodir.

Em sua versão original, essas armas eram pequenas o suficiente para serem carregadas em uma mochila e eram usadas pelas tropas americanas no Afeganistão. Uma versão maior, com mais explosivos para atacar veículos blindados, foi desenvolvida pelos EUA. Na época, o Pentágono não quis confirmar qual dos dois foi enviado para a Ucrânia.