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Ataque no Texas: sobrevivente usou sangue de colega para se fingir de morta

Miah (à direita) sobreviveu ao massacre em escola do Texas - Arquivo familiar/Click2houston
Miah (à direita) sobreviveu ao massacre em escola do Texas Imagem: Arquivo familiar/Click2houston

Do UOL, em São Paulo

27/05/2022 14h38Atualizada em 27/05/2022 14h51

Miah Cerrillo, de 11 anos, uma das sobreviventes do massacre na Robb Elementary School, se fingiu de morta usando sangue de uma colega para não ser atingida pelos tiros disparados por Salvador Ramos, 18, dentro da sala de aula, na terça-feira (24).

De acordo com o jornal Washington Post, a menina chegou à escola atrasada porque teve uma consulta médica no dia. Ela teve ferimentos leves e chegou a ser hospitalizada, mas recebeu alta no mesmo dia do crime, levando o trauma de ver colegas de classe e professoras mortos.

Depois que o atirador entrou na sala e atingiu uma colega de Miah, a menina se deitou sobre ela, que ainda estava respirando, e se fingiu de morta.

"Minha cunhada disse que Miah viu a amiga ensanguentada, pegou o sangue da garota e passou nela mesma", afirmou em entrevista ao site Click2Houston a tia da menina, Blanca Rivera.

Segundo a mulher, a criança de 11 anos ficou com fragmentos de bala nas costas, recebeu alta ainda na terça-feira, mas ficou profundamente traumatizada com o ocorrido, tendo ataques de pânico.

O ataque à escola primária da cidade de Uvalde, no Texas, deixou 21 pessoas mortas: 19 alunos e duas professoras.

O atirador responsável pelo crime, de 18 anos, foi morto pela polícia.

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