Conteúdo publicado há 7 meses

Ataques de Israel no sul da Faixa de Gaza deixam 80 mortos, diz Palestina

Ataques israelenses no sul da Faixa de Gaza deixaram cerca de 80 mortos hoje, disseram a autoridades palestinas. A informação é da emissora Al Jazeera.

O que aconteceu

Bombardeios atingiram, inclusive, a região de Rafah. Cidade na fronteira com o Egito foi o local para onde muitas pessoas fugiram para escapar dos constantes ataques que Gaza tem sofrido.

Centenas de civis, incluindo cidadãos brasileiros, aguardam autorização para cruzar a fronteira com o Egito. Eles serão repatriados a partir do país africano.

Do lado egípcio da fronteira, comboios de ajuda humanitária esperam permissão para entrar em Gaza. O território enfrenta escassez de água potável e pode ficar sem comida nos próximos dias.

Até o momento, o conflito já deixou mais de 4.200 mortos, sendo cerca de 2.800 do lado palestino e aproximadamente 1.800 mil no lado israelense, dos quais 947 civis foram identificados, segundo a polícia.

O grupo extremista Hamas também diz ter entre 200 e 250 reféns e divulgou um vídeo exibindo uma delas, a franco-israelense Maya Sham, que pede para ser resgatada da Faixa de Gaza.

"Acreditamos que haverá outras filmagens e estamos determinados a combater esse gênero de guerra", afirmou um porta-voz das Forças Armadas de Israel, Daniel Hagari, que acusou o movimento palestino de praticar "terrorismo psicológico".

Quatro mortos no Líbano

Em outra frente de batalha, a artilharia israelense bombardeou colinas no sul do Líbano, em resposta a um ataque com míssil atribuído à organização islâmica xiita Hezbollah, aliado do Hamas, contra o povoado de Metulla, na Alta Galileia.

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"Se o Hezbollah cometer um grave erro, reagiremos com muita força", prometeu Hagari. O Exército afirma ter matado "quatro terroristas" que tentavam se infiltrar em Israel a partir do Líbano.

Por outro lado, a Cruz Vermelha libanesa diz que os ataques israelenses deixaram pelo menos quatro mortos.

Imagem
Imagem: Arte/UOL

* Com informações da Ansa

Errata:

o conteúdo foi alterado

  • Diferentemente do informado, o Egito é um país africano, e não asíatico. O texto foi corrigido.

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