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Hospital das Forças Armadas vai pagar operação de Bolsonaro, diz porta-voz

Após 9 horas, cirurgia de Jair Bolsonaro para retirar bolsa termina com êxito, diz planalto - Reprodução
Após 9 horas, cirurgia de Jair Bolsonaro para retirar bolsa termina com êxito, diz planalto Imagem: Reprodução

Eduardo Lucizano

Colaboração para o UOL, em São Paulo

30/01/2019 18h11

O porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, disse em entrevista coletiva nesta quarta-feira (30) que o Hospital das Forças Armadas pagará as despesas referentes à cirurgia do presidente Jair Bolsonaro (PSL)  no hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

Internado desde o último domingo, Bolsonaro passou por cirurgia de 7 horas na segunda-feira para a retirada da bolsa de colostomia.

"A Presidência tem um convênio com o hospital das forças armadas e por meio desse convênio que as forças armadas vão pagar a internação", disse Rêgo Barros.

Perguntado sobre os valores, o porta-voz afirmou que não será divulgado o custo das despesas ou o prazo de pagamento.

Bolsonaro recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e escreveu mais cedo em suas redes sociais que reassumiu suas funções na Presidência.

Apesar disso, o presidente ainda não despachou nesta quarta-feira, segundo Rêgo Barros. Bolsonaro se preservou para "que possa no menor tempo possível voltar à normalidade?, segundo o porta-voz

O governo Bolsonaro teve início em 1º de janeiro de 2019, com a posse do presidente Jair Bolsonaro (então no PSL) e de seu vice-presidente, o general Hamilton Mourão (PRTB). Ao longo de seu mandato, Bolsonaro saiu do PSL e ficou sem partido. Os ministérios contam com alta participação de militares. Bolsonaro coloca seu alinhamento político à direita e entre os conservadores nos costumes.