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Procurador da Lava Jato: condenados estão de dedos cruzados à espera do STF

"É possível que muitos desses condenados estejam nessa semana numa expectativa que só", publicou Roberson Pozzobon - Theo Marques/UOL
'É possível que muitos desses condenados estejam nessa semana numa expectativa que só', publicou Roberson Pozzobon Imagem: Theo Marques/UOL

Do UOL, em São Paulo

30/09/2019 13h23

Roberson Pozzobon, Procurador da República do Ministério Público Federal que faz parte da força-tarefa da Operação Lava Jato, em Curitiba, afirmou hoje no Twitter acreditar ser possível que muitos dos condenados da Operação estejam vivendo uma semana de expectativa.

"É possível que muitos desses condenados estejam nessa semana numa expectativa que só", publicou. "Apreensivos, por seus advogados não terem sequer solicitado o prazo privilegiado quando de suas alegações finais (afinal a lei era expressa em sentido contrário...), mas com os dedos cruzados", acrescentou.

O comentário dava sequência a uma postagem feita pelo próprio Pozzobon na rede social, na qual destacava uma matéria que tinha como destaque Deltan Dallagnol. No texto, o procurador da República que coordena a força-tarefa da Lava Jato criticou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que pode anular sentenças da operação.

"Se não houver nenhuma mudança ou restrição, esse novo precedente poderia vir a anular mais de 130 condenações, das cerca de 150. Seria um tremendo retrocesso na Operação", diz Dallagnol no trecho destacado por Pozzobon.

STF forma maioria a favor de tese que pode anular sentenças da Lava Jato

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