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Flordelis homenageia pastor Anderson: 'Saudades me deixam paralisada'

Flordelis compartilhou foto ao lado do Pastor Anderson do Carmo nas redes sociais - Reprodução/Instagram
Flordelis compartilhou foto ao lado do Pastor Anderson do Carmo nas redes sociais Imagem: Reprodução/Instagram

Colaboração para o UOL, em São Paulo

16/09/2020 21h27

A deputada federal Flordelis (PSD-RJ) compartilhou nas redes sociais hoje uma homenagem ao pastor Anderson do Carmo, vítima de um assassinato há um ano e três meses. Acusada de ser a mandante do crime, a deputada afirmou sentir-se "paralisada" pelas saudades do ex-marido.

"Meu Nem, sinto tantas saudades, não consigo me acostumar a viver sem você. Até tento, mas não consigo, fazíamos quase tudo juntos, sinto sua falta ao meu lado, tem sido muito difícil viver sem você. Mesmo o tempo passando, jamais será suficiente para que a dor da sua ausência diminua", escreveu.

"Você segue vivo dentro de mim. Um ano e três meses longe, parece uma eternidade, mas o que me acalma é a certeza de que mesmo que você não possa voltar, um dia eu vou poder ir até o seu encontro. Sei que preciso continuar e não deixar a felicidade fugir de vez da minha vida, mas as saudades que sinto de você me deixam paralisada."

"Você foi embora, meu amor, e levou também uma parte de mim. Deus tem sido meu Refúgio, minha Força, meu Socorro, em Deus tenho depositado minha confiança. Vou lembrar de você, todos os dias e em todas as situações que eu viver e você continuará vivo através de mim e da nossa família. Sempre te amarei, Nem! Até um dia!", finalizou a deputada.

Ainda hoje, Flordelis apresentou sua defesa à Corregedoria da Câmara sobre o processo disciplinar contra ela que pode levar à cassação do mandato. O prazo para a análise da Corregedoria começa amanhã.

A deputada foi denunciada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro sob a acusação de ser mandante da morte do marido, o pastor Anderson do Carmo. Cinco de seus filhos, além de sua neta, foram presos em 24 de agosto, em operação coordenada pelo Ministério Público do Rio e pela Polícia Civil. Por ter imunidade parlamentar, a deputada não pode ser presa — a não ser em flagrante de crime inafiançável. Ao todo, 11 pessoas foram denunciadas pelo crime.

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