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Bolsonaro e ministro agradecem apoio de manifestantes: "estamos juntos"

01.05.02021 - Cartaz com a frase "Nós te autorizamos, presidente" em manifestação pró-Bolsonaro na Avenida Paulista, em São Paulo  - BRUNO ESCOLASTICO/PHOTOPRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
01.05.02021 - Cartaz com a frase "Nós te autorizamos, presidente" em manifestação pró-Bolsonaro na Avenida Paulista, em São Paulo Imagem: BRUNO ESCOLASTICO/PHOTOPRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Colaboração para o UOL, em Brasília

02/05/2021 11h01

No dia seguinte à onda de manifestações em vários estados a favor de seu governo, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ministro da Casa Civil, general Luiz Eduardo Ramos, celebraram a mobilização. Os protestos vieram em um momento de enfraquecimento do governo federal, criticado pela condução da pandemia da covid-19 e da crise econômica agravada pelo novo coronavírus.

Em posts em suas redes sociais, Bolsonaro destacou o apoio nas ruas. Ontem, no Telegram, ele postou um vídeo do ato na avenida Paulista, em São Paulo, seguido da frase: "Obrigado pela confiança".

Na manhã de hoje, no Twitter, ele voltou a postar outro vídeo com milhares de manifestantes aglomerados no ato em favor a seu mandato. Nas imagens, é possível ver pessoas sem máscara, desrespeitando as regras de prevenção ao novo coronavírus. "Estamos juntos", disse o presidente.

De acordo com o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Ramos, os atos "dão força" para Bolsonaro.

Bolsonaristas de pelo menos 11 estados e do Distrito Federal mobilizaram os atos. Em Brasília, Bolsonaro chegou a acompanhar o protesto com o helicóptero da presidência.

Entre as pautas defendidas estavam as críticas às medidas de isolamento social para conter a pandemia, como recomendam autoridades de saúde, e pedidos e "autorizações" de medidas antidemocráticas. Em alguns estados, governadores e ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) foram alvos de ofensas dos manifestantes.

Errata: o texto foi atualizado
O general Luiz Eduardo Ramos, que até dia 6 de abril era da Secretaria do Governo, hoje é ministro da Casa Civil. A matéria foi corrigida.

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