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Conteúdo publicado há
1 mês

Barra Torres é contra obrigatoriedade da vacinação contra a covid-19

Rayanne Albuquerque e Hanrrikson de Andrade*

Do UOL, em São Paulo e em Brasília

11/05/2021 12h26Atualizada em 11/05/2021 13h26

Antonio Barra Torres, diretor-presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), declarou hoje que é contra a obrigatoriedade da vacinação no país. Ao mesmo tempo, Barra Torres deixou claro que uma "política de vacinação é essencial".

O meu desejo, meu trabalho, meu empenho, é que as pessoas briguem para se vacinar. Eu quero ter o poder de convencer as pessoas para que elas busquem a vacinação a todo custo, as que acreditam, as que não dão importância e as que negam
Antonio Barra Torres, presidente da Anvisa

Na sequência, o gestor da Anvisa declarou que acredita no "convencimento" da população por meio de campanhas educativas e da publicização de assuntos sobre o enfrentamento à pandemia, como é o caso da CPI. Barra Torres desacredita que a obrigatoriedade possa gerar efeitos positivos, mas sim, resistência.

Como médico, acredito no convencimento, no desejo da população de se vacinar
Antonio Barra Torres, presidente da Anvisa

Senadores integrantes da CPI

  • Governistas: Jorginho Mello (PL-SC), Eduardo Girão (Podemos-CE), Marcos Rogério (DEM-RO) e Ciro Nogueira (PP-PI)
  • Independentes e oposição: Humberto Costa (PT-PE), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Renan Calheiros (MDB-AL), Otto Alencar (PSD-BA), Omar Aziz (PSD-AM), Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Eduardo Braga (MDB-AM)
  • Suplentes: Jader Barbalho (MDB-PA), Luis Carlos Heinze (PP-RS), Angelo Coronel (PSD-BA), Marcos do Val (Podemos-ES), Zequinha Marinho (PSC-PA), Rogério Carvalho (PT-SE) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE).

* Com a colaboração de Ana Carla Bermúdez

Notícia em atualização. Mais informações em instantes.

A CPI da Covid foi criada no Senado após determinação do Supremo. A comissão, formada por 11 senadores (maioria é independente ou de oposição), investiga ações e omissões do governo Bolsonaro na pandemia do coronavírus e repasses federais a estados e municípios. Tem prazo inicial (prorrogável) de 90 dias. Seu relatório final será enviado ao Ministério Público para eventuais criminalizações.