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1 mês

Randolfe diz esperar juristas para pedido de impeachment de Bolsonaro

Do UOL, em São Paulo

26/10/2021 21h10

O vice-presidente da CPI da Covid, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), afirmou hoje que espera pela articulação de juristas, entidades e sociedade civil para pedido de impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

A declaração do senador ocorreuapós o término da sessão que aprovou o relatório final elaborado pela comissão, no qual sugere o indiciamento de 80 pessoas, entre os quais o presidente Bolsonaro, por crimes cometidos durante a pandemia. Contra Bolsonaro, por exemplo, há alegações que apontam o cometimento de dez crimes, entre delitos comuns e infração político-administrativa (crime de responsabilidade). (Leia o relatório final aqui)

Uma das iniciativas que pretendemos acompanhar e monitorar. O relatório da CPI não aponta, não pede o impeachment. Aponta a existência de crime de responsabilidade. Cabe agora articular-se com a sociedade, e assim o faremos. Com juristas, com entidades legitimadas, com a sociedade civil, para, em decorrência disso, apresentar ao senhor presidente da Câmara dos Deputados, o pedido de impeachment do presidente da República, baseado no relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito. Randolfe Rodrigues, em entrevista a jornalistas, após sessão no Congresso

O desfecho do processo de votação confirmou a prevalência do G7, grupo formado por sete senadores de oposição e independentes ao governo Bolsonaro. O colegiado possui 11 integrantes titulares.

Resolvida a pendência com o senador Eduardo Braga (MDB-AM) hoje de manhã, o núcleo garantiu a maioria necessária de votos para aprovar o relatório. Quatro parlamentares da base governista votaram contra o texto de Renan.

Votaram a favor do relatório final:

  • Eduardo Braga (MDB-AM);
  • Tasso Jereissati (PSDB-CE);
  • Otto Alencar (PSD-BA);
  • Humberto Costa (PT-PE);
  • Randolfe Rodrigues (Rede-AP);
  • Omar Aziz (PSD-AM);
  • Renan Calheiros (MDB-AL).

Votaram contra o texto:

  • Jorginho Mello (PL-SC);
  • Luis Carlos Heinze (PP-RS);
  • Eduardo Girão (Podemos-CE);
  • Marcos Rogério (DEM-RO)

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