Combates do Sinai egípcio terminam com 7 soldados e 59 jihadistas mortos

Do Cairo

O exército egípcio anunciou neste domingo que matou 59 jihadistas no norte da península do Sinai, alegando que sete soldados morreram, incluindo três em um ataque com foguete contra um posto de controle militar.

O exército egípcio conduz há dois anos operações de grande escala no norte do Sinai para parar os ataques jihadistas contra as forças de segurança, que aumentaram desde a destituição pelos militares do presidente islamita Mohamed Mursi, em julho de 2013.

Sábado, soldados apoiados pela aviação "atacaram várias casas terroristas" em 14 áreas do norte da península do Sinai, "matando 59 terroristas", indicou o porta-voz do exército em um comunicado divulgado neste domingo, acrescentando que quatro jihadistas foram presos.

"No final do dia (sábado), o número de mártires das forças armadas chegava a sete", disse a fonte.

Sábado à noite, os militares já haviam anunciado a morte de três soldados em um ataque com foguete contra um posto de controle militar no norte do Sinai.

O ataque foi reivindicado pelo ramo egípcio do grupo Estado Islâmico (EI), que fez do norte do Sinai a sua fortaleza.

O grupo reivindicou os ataques mais mortais já registrados no Egito desde a destituição de Mursi. Centenas de policiais e soldados foram mortos nesses ataques.

Os jihadistas dizem agir em retaliação à sangrenta repressão que se abateu sobre os pró-Mursi, em que mais de 1.400 pessoas, a maioria manifestantes islâmicos, foram mortos. Milhares também foram presos, e centenas condenados à morte em julgamentos de massa.

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