Papagaio pode virar prova em julgamento de homicídio nos EUA

  • YouTube/Reprodução

Um promotor do Estado de Michigan, nos Estados Unidos, está avaliando se um papagaio pode ser usado como prova em um julgamento de homicídio.

Glenna Duram, de 48 anos, é acusada de assassinar o marido, Martin, na frente de seu bicho de estimação em 2015. Parentes da vítima acreditam que o papagaio cinza africano Bud ouviu a discussão do casal e tem repetido desde então as últimas palavras proferidas por eles.

O promotor à frente do caso diz não estar claro se o animal pode ser usado pela acusação. "Estamos analisando para determinar se é algo confiável - e se é uma informação necessária", explicou Robert Springstead ao jornal "Detroit Free Press".

Duram teria atirado cinco vezes contra o marido antes de apontar a arma para si mesma para tentar se matar, sem sucesso.

A ex-mulher da vítima, Christina Keller, é a nova dona de Bud e diz achar que ele vem reproduzindo a conversa ocorrida na noite do assassinato, encerrada com a frase "Não atire!".

Os pais de Martin concordam com ela. "Acredito que ele estava lá, lembre-se do que ocorreu e esteja repetindo", disse seu pai à imprensa local.

A mãe, Lillian Duram, acrescenta: "O pássaro ouve e repete qualquer coisa e é o mais boca mais suja do mundo".

O promotor diz ser improvável que o papagaio venha a ser convocado como testemunha no julgamento.

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