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Segurança de presidente da Colômbia é reforçada por suposto plano de atentado

30/12/2018 18h01

Bogotá, 30 dez (EFE).- O ministro de Defesa da Colômbia, Guillermo Botero, afirmou neste domingo que a segurança do presidente Iván Duque foi reforçada após ser descoberto um suposto plano para atentar contra a vida do líder.

"A segurança do presidente foi fortalecida com inteligência e eventualmente com medidas adicionais", manifestou o ministro a jornalistas em Armenia, no centro do país.

Botero, além disso, tranquilizou sobre a segurança do presidente, afirmou que as autoridades analisam todos os fatores que possam alterar sua proteção e disse se sentir "bastante satisfeito com o trabalho" realizado pela polícia e das Forças Militares.

O chanceler colombiano, Carlos Holmes Trujillo, afirmou ontem que as autoridades descobriram planos para possivelmente atentar contra Duque e detalhou que três cidadãos venezuelanos foram capturados recentemente com armamento de guerra.

"Me permito informar que há vários meses investigações da inteligência revelaram planos de possíveis atentados contra a vida do presidente", disse Trujillo em um vídeo divulgado pelo seu escritório.

Como parte das investigações, dois venezuelanos foram capturados nesta semana em Valledupar, capital do departamento de Cesar, fronteiriço com a Venezuela, em posse de dois fuzis de assalto e um terceiro foi detido em Barranquilla.

Com relação às capturas em Valledupar, a polícia informou há três dias que foram realizadas depois de que membros dessa instituição descobriram em um ônibus que viajava para Barranquilla os venezuelanos José Vicente Gómez Ríos, nascido em San Felipe, no estado de Yaracuy, e Pedro José Acosta Ovalles, natural de Ojeda (Zulia).

Os dois homens levavam em suas bagagens dois modernos fuzis com várias munições.

Sobre o detido em Barranquilla, que não teve a identificação revelada, Botero afirmou hoje que foi confiscada uma submetralhadora e uma granada.

Após a revelação do suposto plano, o chanceler venezuelano, Jorge Arreaza, ofereceu à Colômbia "a cooperação policial e de inteligência necessária, a fim de investigar a denúncia sobre supostos planos para atentar contra a vida de Iván Duque".

Por fim, o ministro pediu aos cidadãos que não confundam os venezuelanos "de bem com delinquentes que têm propósitos obscuros". EFE

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