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Defensoria eleva para sete número de mortos em protestos no Equador

9.out.2019 - Manifestantes marcham pelas rua de Quito contra o governo do presidente Lenin Moreno. Sindicatos trabalhistas, grupos de produtores rurais e de indígenas lotaram as ruas da capital do Equador - Rodrigo Buendia/AFP
9.out.2019 - Manifestantes marcham pelas rua de Quito contra o governo do presidente Lenin Moreno. Sindicatos trabalhistas, grupos de produtores rurais e de indígenas lotaram as ruas da capital do Equador Imagem: Rodrigo Buendia/AFP

13/10/2019 16h12

A Defensoria do Povo do Equador elevou neste domingo para sete o número de mortos nos protestos contra as medidas de austeridade anunciadas pelo governo do país.

No novo balanço, o órgão informou que 1.152 pessoas foram detidas durante as manifestações, sendo que 97% delas são homens, e outras 1.340 acabaram feridas em confrontos com as forças de segurança do Equador.

O maior número de feridos e prisões foi registrado na província de Pichincha, cuja a capital é Quito: 913 e 499, respectivamente.

Os dados da Defensoria do Povo não foram confirmadas pelo governo, que desde sexta-feira mantém o balanço de quatro mortos e mais de 650 feridos nos protestos.

O órgão afirmou que continuará monitorando a situação de direitos humanos e acompanhando os protestos liderados pelo movimento indígena contra o presidente do país, Lenín Moreno.

Ontem, o centro de Quito virou palco de uma batalha entre manifestantes e a Polícia Nacional do Equador, o que obrigou Moreno a decretar toque de recolher e autorizar o uso das Forças Armadas para controlar a situação.

As partes, porém, aceitaram dialogar. A primeira reunião entre Moreno e representantes da Confederação de Nacionalidades Indígenas do Equador (Conaie) ocorrerá na tarde de hoje.

O encontro será mediado pela ONU e pela Conferência Episcopal Equatoriana. EFE

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