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Biden avisa que eventual morte de opositor russo Navalny teria consequências devastadoras

16.jun.2021 - O presidente dos EUA, Joe Biden, dá uma entrevista coletiva após a cúpula EUA-Rússia com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, em Genebra, Suíça - Peter Klaunzer / Pool via REUTERS
16.jun.2021 - O presidente dos EUA, Joe Biden, dá uma entrevista coletiva após a cúpula EUA-Rússia com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, em Genebra, Suíça Imagem: Peter Klaunzer / Pool via REUTERS

Da EFE, em Genebra

17/06/2021 01h54Atualizada em 17/06/2021 07h33

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que nesta quarta-feira se reuniu em Genebra com o mandatário da Rússia, Vladimir Putin, avisou que uma eventual morte do político opositor russo Alexei Navalny teria consequências devastadoras.

Em entrevista coletiva após a reunião, Putin disse que Navalny infringiu deliberadamente as leis russas, mesmo consciente de que seria condenado à prisão.

Sobre a situação do opositor russo, Biden questionou o que aconteceria se Navalny morrer na prisão, embora Putin "diga que não é para prejudicar Navalny, e todas as coisas que diz para racionalizar o tratamento" ao opositor.

Antes, Putin revelou que o tema dos direitos humanos e da situação de Navalny foram acordados na cúpula por iniciativa da parte americana.

"O presidente Biden mencionou o tema dos direitos humanos e das pessoas que acreditam representar esses assuntos na Rússia", comentou o governante russo.

Putin também citou a recente ilegalização do Fundo de Combate à Corrupção de Navalny, ao argumentar que tal organização "incitou publicamente à desordem, estimulou a participação de menores em manifestações nas ruas e deu instruções sobre como fabricar coquetéis molotov para usá-los contra as forças de segurança".

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