Bispos ortodoxos sequestrados são libertados na Síria
ROMA, 23 Abr 2013 (AFP) - Os dois bispos das Igrejas ortodoxas síria e grega sequestrados na segunda-feira em um povoado da província de Aleppo, norte da Síria, foram libertados, informou em um comunicado a associação católica Obra do Oriente.
Segundo o texto, que elogia a rápida libertação dos reféns, os religiosos se encontram na igreja grega ortodoxa de São Elias de Alepo.
O bispo Yohanna Ibrahim, chefe da diocese síria ortodoxa de Alepo, e o bispo Bulos Yaziji, chefe da diocese grega ortodoxa da mesma cidade, foram sequestrados quando voltavam da fronteira turca, segundo informou uma fonte da diocese síria ortodoxa.
Fontes das Igrejas síria e grega ortodoxa e o ministério sírio do Waqf, encarregado dos assuntos religiosos, chegaram a afirmar que os sequestradores dos dois bispos podiam ser "jihadistas chechenos".
Nesta terça, o papa Francisco havia pedido a libertação dos dois bispos.
"Trata-se de um incidente muito grave", disse o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, depois de condenar a dramática situação vivida pela Síria e, em particular, pela comunidade cristã.
Os cristãos, que constituem cerca de 5% da população síria, são especialmente vulneráveis no contexto de anarquia favorecido pelo conflito que atinge o país desde o início da revolta contra o regime de Bashar al-Assad, em março de 2011, ressaltam as organizações de defesa dos direitos humanos.
bur-kv/lmm/cn.
Segundo o texto, que elogia a rápida libertação dos reféns, os religiosos se encontram na igreja grega ortodoxa de São Elias de Alepo.
O bispo Yohanna Ibrahim, chefe da diocese síria ortodoxa de Alepo, e o bispo Bulos Yaziji, chefe da diocese grega ortodoxa da mesma cidade, foram sequestrados quando voltavam da fronteira turca, segundo informou uma fonte da diocese síria ortodoxa.
Fontes das Igrejas síria e grega ortodoxa e o ministério sírio do Waqf, encarregado dos assuntos religiosos, chegaram a afirmar que os sequestradores dos dois bispos podiam ser "jihadistas chechenos".
Nesta terça, o papa Francisco havia pedido a libertação dos dois bispos.
"Trata-se de um incidente muito grave", disse o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, depois de condenar a dramática situação vivida pela Síria e, em particular, pela comunidade cristã.
Os cristãos, que constituem cerca de 5% da população síria, são especialmente vulneráveis no contexto de anarquia favorecido pelo conflito que atinge o país desde o início da revolta contra o regime de Bashar al-Assad, em março de 2011, ressaltam as organizações de defesa dos direitos humanos.
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