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Amanda Albach: Dois suspeitos de envolvimento em morte em SC são libertados

Amanda Albach foi encontrada enterrada em praia no litoral catarinense  - Reprodução/Facebook
Amanda Albach foi encontrada enterrada em praia no litoral catarinense Imagem: Reprodução/Facebook

Do UOL, em São Paulo

06/12/2021 22h03Atualizada em 06/12/2021 22h03

Dois dos três suspeitos presos por envolvimento com o assassinato da promotora de vendas Amanda Albach, 21, encontrada morta em uma praia em Imbituba (SC), foram soltos durante o final de semana.

A identidade e possível participação dos investigados que tiveram prisão temporária revogada não foram divulgados, já que o caso tramita em segredo de justiça, mas se tratam de um homem e uma mulher, segundo informações do TJ-SC (Tribunal de Justiça de Santa Catarina). Após depoimento da dupla, o delegado responsável pelo caso pediu a revogação, que foi acatada pelo Ministério Público catarinense.

O corpo da vítima foi encontrado na última sexta-feira (3), depois de mais de duas semanas de desaparecimento. A família da jovem relata que teve o último contato com ela em 15 de novembro, quando Amanda disse que estava viajando de volta para o Paraná, onde morava, já no fim de sua viagem para aproveitar o feriado da Proclamação da República em Santa Catarina.

Segundo as investigações, ela foi obrigada a enviar o áudio horas antes do homicídio, como uma forma de desviar as suspeitas. Amanda ainda cavou a própria cova na praia de Itapirubá, sendo morta a tiros em seguida.

Os três suspeitos do crime, um casal que a hospedava e um colega, único ainda preso, foram detidos em Canoas (RS). Um deles teria apontado a localização do corpo da promotora de vendas, que tinha uma filha de menos de 3 anos e perdeu dois irmãos assassinados nos últimos anos.

O homicídio teria sido motivado por uma vingança depois que Amanda tirou uma foto de um dos investigados segurando uma arma de fogo, encaminhando a imagem a terceiros. O homem se sentiu ameaçado, pensando que seu envolvimento com o tráfico de drogas poderia ser denunciado, e decidiu matar a mulher.

Os suspeitos estavam com a vítima no beach club P12, em Jurerê Internacional, região nobre de Florianópolis, onde ela foi vista pela última vez, um dia antes do desaparecimento.

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