Em 2016, EUA tiveram 23 casos de morte envolvendo armas e crianças de até 3 anos

Do UOL, em São Paulo

Um levantamento feio pelo jornal americano "The Washington Post" revelou que foram registrados neste ano 23 incidentes com armas envolvendo crianças com idade entre um e três anos. No mesmo período do ano passado, foram 18 casos.

O jornal ressalta que entre 20 de abril e 1º de maio foram sete casos em que os pequenos atiraram contra si mesmos ou atingiram outra pessoa nos EUA. Entre os casos apontados, estão o de um menino de 2 anos do Estado de Indiana que encontrou uma arma na bolsa da mãe e morreu após um tiro atingi-lo acidentalmente.

No Kansas, uma menina de 2 anos morreu vítima do tiro disparado acidentalmente com a arma do pai, que dormia durante o acidente. Em Wisconsin, a mãe de um garoto de 2 anos morreu ao ser atingida por um tiro disparado por ele, que estava no banco de trás e pegou a arma que estava embaixo do banco do motorista.

O levantamento aponta que, na maior parte dos casos, as crianças atiram acidentalmente. Isso aconteceu 18 vezes entre janeiro e maio, e em nove casos as crianças morreram.

Esses números, aponta o jornal, representam apenas uma pequena parcela da violência envolvendo armas e crianças. O grupo Everytow for Gun Safety, que defende o controle de armas nos EUA, afirma que foram registrados ao menos 77 casos em que crianças e jovens com menos de 18 anos abriram fogo contra outra pessoa.

EUA têm, em média, uma arma de fogo por habitante

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