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Filha de Trump participa de protesto virtual e pede justiça para Floyd

Tiffany (foto), filha de Trump, pediu justiça para George Floyd nas redes sociais - Reprodução/Instagram
Tiffany (foto), filha de Trump, pediu justiça para George Floyd nas redes sociais Imagem: Reprodução/Instagram

Do UOL, em São Paulo

03/06/2020 11h33

Tiffany Trump, filha mais nova do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participou ontem da manifestação virtual Blackout Tuesday ("Terça-feira do apagão") e pediu justiça para George Floyd, morto na semana passada após uma ação policial em Minneapolis.

Assim como várias pessoas de todo o mundo, Tiffany, 26, que recentemente se formou em Direito na Universidade de Georgetown, postou uma imagem toda preta, em solidariedade aos protestos do movimento "Black Lives Matter" (vidas negras importam) nos Estados Unidos.

Para a legenda, ela escolheu uma frase da escritora e ativista Helen Keller: "Sozinhos podemos alcançar tão pouco; juntos podemos alcançar tanto."

A postagem da jovem provocou reações positivas e negativas de seus seguidores. "Obrigado por dizer algo", comentou um. "Tiffany, continue fazendo o que está fazendo. Você fará grandes coisas", afirmou outro.

Outros, no entanto, foram críticos. "Você viu o que seu pai fez com manifestantes pacíficos em Washington ontem à noite para que ele posasse com um livro sagrado que ele claramente nunca abriu?", questionou um seguidor.

Ele se referia à ida do presidente à igreja de St. John's, perto da Casa Branca, na noite de segunda-feira, em que Trump foi fotografado segurando uma bíblia depois que a polícia afastou os manifestantes à força.

Nesta semana, o presidente dos EUA disse que pode mobilizar militares para "acabar com os protestos" que vêm tomando conta do país nos últimos dias desde a morte de George Floyd. Citando a expressão "lei e ordem" mais uma vez, o presidente ameaçou colocar o exército nas ruas do país caso os estados não consigam controlar a crise.

Anteriormente, ele já havia chamado os chefes dos estados de "fracos" e cobrou que eles "dominem" os manifestantes.

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