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Rússia: idosa é declarada morta, passa a noite em necrotério e acorda

Zinaida Kononova, de 81 anos, não apresentou sinais vitais depois de tentativas de reanimação da equipe; Imagem ilustrativa - sudok1/iStock
Zinaida Kononova, de 81 anos, não apresentou sinais vitais depois de tentativas de reanimação da equipe; Imagem ilustrativa Imagem: sudok1/iStock

Do UOL, em São Paulo

20/08/2020 09h07Atualizada em 20/08/2020 11h30

Uma situação um tanto surpreendente aconteceu em um hospital no distrito de Gorshechensky, na Rússia. Uma idosa de 81 anos foi oficialmente declarada como morta após cirurgia no intestino. Mas ela acordou viva no necrotério horas depois, no dia 14 de agosto. Após cinco dias, ela realmente morreu.

Zinaida Kononova passou por um procedimento de desobstrução intestinal e, segundo a equipe médica, não respondeu, conforme informações do jornal britânico The Independent. A família recebeu a informação e ela foi levada para o necrotério por volta da 1h da manhã no horário local.

A idosa passou sete horas no necrotério até "reviver". Uma funcionária se assustou ao ver Zinaida caída no chão após tentar se levantar de uma cama destinada aos corpos sem vida.

Um motorista de ambulância viu a cena da funcionária dizendo "vovó, deita, se acalme" e pensou que ela estivesse conversando com um cadáver. Ao notar que a idosa estava viva, ele ajudou no socorro.

A mulher foi envolta por cobertores devido ao frio e direcionada imediatamente para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital central do distrito. O centro médico telefonou para a sobrinha Tatiana Kulikova e disse que Zinaida estava viva.

Um médico anestesista afirmou que enviaram a idosa ao necrotério uma hora e vinte minutos depois do procedimento, quando o correto seriam duas horas.

A família está se organizando para processar o hospital pelo diagnóstico errado. Uma investigação foi aberta para investigar o caso.

De acordo com informações do The Daily Mail, o chefe do hospital em exercício, Alexander Vlasov, disse que a equipe tentou reanimá-la por 30 minutos, sem sucesso.

Segundo o portal de notícias da Croácia Index.hr, o jornal russo Komsomolskaya Pravda e o britânico The Independent, Zinaida Kononova acabou falecendo cinco dias depois do episódio.

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