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Homem reencontra mãe biológica e descobre que trabalham no mesmo hospital

Holly Shearer e Benjamin Hulleberg se encontraram depois de 20 anos nos Estados Unidos - Reprodução/Instagram
Holly Shearer e Benjamin Hulleberg se encontraram depois de 20 anos nos Estados Unidos Imagem: Reprodução/Instagram

Do UOL, em São Paulo

25/06/2022 09h18

Benjamin Hulleberg, de Utah, nos Estados Unidos, sempre soube que era adotado, mas tinha muita curiosidade de saber quem era sua mãe biológica. Depois de muito procurar, os dois se encontraram —e descobriram que trabalham no mesmo hospital. Eles contaram a história deles ao programa "Good Morning America", do canal ABC.

O homem já havia escrito cartas, procurado nos registros de adoção e até feito um teste de DNA na esperança de encontrar a mãe, da qual ele só sabia o nome: Holly.

Enquanto isso, Holly Shearer nunca deixou de pensar na criança que deixou para adoção. "Ele sempre estava em meus pensamentos, principalmente em feriados e no aniversário dele", contou ela, que deu à luz quando tinha 16 anos.

Há dois anos, Holly encontrou o perfil do filho nas redes sociais. "Eu fiquei muito hesitante, tinha várias coisas acontecendo na vida dele. Não queria bagunçar tudo, então eu observava à distância", afirmou.

Em novembro do ano passado, no aniversário de 20 anos de Benjamin, Holly enviou uma mensagem de parabéns. Ele respondeu, perguntando de onde eles se conheciam, e ela explicou toda a história. "Eu chorei, eram emoções muito positivas", disse o homem. "Esse era um dia que eu esperava pelos últimos 20 anos".

No dia seguinte, os dois se encontraram em um restaurante, acompanhados das respectivas famílias. Ao se conhecerem melhor, viram que os dois trabalhavam no mesmo local, o Hospital do Coração de St. Mark.

Enquanto Holly é uma assistente médica, Benjamin se voluntaria para trabalhar na UTI neonatal.

"Todas as manhãs, eu entrava no trabalho pelo pavilhão das mulheres. Então eu passava do lado da UTI neonatal todos os dias. Estacionávamos na mesma garagem, podíamos estar no mesmo andar. Eu não tinha ideia que estávamos tão próximos", contou ela ao programa.

Os dois têm mantido contato, e ele passa pelo escritório da mãe pelo menos uma vez por semana. "Poder sentar, tomar café e conversar com a minha mãe biológica antes do meu turno na UTI neonatal é incrível", disse Benjamin.

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