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Guerra da Rússia-Ucrânia

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Conteúdo publicado há
11 meses

Prioridade é matar Putin, diz chefe-adjunto de Inteligência da Ucrânia

Vladimir Putin em reunião no Kremlin - Mikhail KLIMENTYEV / SPUTNIK / AFP
Vladimir Putin em reunião no Kremlin Imagem: Mikhail KLIMENTYEV / SPUTNIK / AFP

Do UOL, em São Paulo

25/05/2023 08h17Atualizada em 25/05/2023 15h34

A morte do presidente Vladimir Putin é a prioridade do governo ucraniano. A declaração é do general Vadim Skibitski, número dois do departamento de Inteligência da Ucrânia.

O que aconteceu:

Vadim Skibitski afirmou que agentes de Kiev tentam ativamente matar Putin. Ele deu uma entrevista ao jornal alemão Welt.

Skibitski acrescentou que é Putin quem coordena e decide o que acontece. Segundo ele, o presidente russo tem ciência dos planos ucranianos. "Putin percebe que estamos cada vez mais perto dele, mas ele também tem medo de ser morto por seu próprio povo."

Em resposta, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que as falas do general ucraniano demonstram que a invasão é "mais do que justificada". Sobre a segurança do presidente Putin, ele diz que os serviços russos "sabem o que estão fazendo".

No início de maio, a Rússia acusou a Ucrânia de conduzir um "ataque terrorista planejado" contra a residência oficial de Vladimir Putin, numa suposta tentativa frustrada de assassinar o presidente russo —que não estava no Kremlin no momento do ataque.

Sem apresentar provas, a Rússia diz que a Ucrânia agiu sob ordens dos Estados Unidos. Já analistas americanos dizem que o ataque foi provavelmente encenado para mobilizar a população a favor da guerra.

Nossa prioridade é destruir o comandante da unidade que ordena que seus homens ataquem. Putin coordena e decide o que acontece.
Vadim Skibitski, chefe-adjunto do departamento de Inteligência da Ucrânia

O regime terrorista fala de suas aspirações terroristas. Uma operação militar especial é mais do que justificada, mais do que necessária e deve ser concluída alcançando os objetivos estabelecidos.
Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin