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Manifestantes erguem boneco inflável de Bolsonaro no DF e pedem impeachment

O boneco é chamado pelos manifestantes de "cloroquino" ou "capitão cloroquino" - UESLEI MARCELINO/REUTERS
O boneco é chamado pelos manifestantes de "cloroquino" ou "capitão cloroquino" Imagem: UESLEI MARCELINO/REUTERS

Do UOL, em São Paulo

25/05/2021 22h48Atualizada em 26/05/2021 07h42

Manifestantes do Movimento Acredito ergueram hoje na Esplanada dos Ministérios, em frente ao Congresso, em Brasília, um boneco inflável gigante do presidente Jair Bolsonaro. A ação se deu em protesto pela atuação do governo federal no combate à pandemia de covid-19 e pelo impeachment de Bolsonaro.

O boneco é uma caricatura de Bolsonaro vestido de morte, com a faixa presidencial suja de sangue e segurando uma caixa de cloroquina. Ele é chamado pelos manifestantes de "cloroquino" ou "capitão cloroquino".

Na manhã de hoje, o movimento chegou a denunciar que a Polícia Militar teria impedido os membros de encherem o boneco.

A situação foi relatada em vídeo no Instagram pelo integrante do Acredito Erick Santos e compartilhada no perfil oficial do grupo. Posteriormente, porém, eles conseguiram encher o boneco.

Procurada pelo UOL, a Polícia Militar do Distrito Federal disse que não impediu a manifestação, liberando após os manifestantes apresentarem uma autorização.

"A Polícia Militar do Distrito Federal informa que não impediu a manifestação, foi esclarecido que o boneco não poderia permanecer no local, visto que os manifestantes não possuíam autorização para levantar a estrutura de acordo com o Artigo 9º do Decreto 26.903 de 2016. A SSP (Secretaria de Segurança Pública) liberou posteriormente" diz o comunicado.

Membros do Movimento Acredito de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal se reuniram em Brasília hoje para entregar a senadores de oposição ao governo federal um dossiê que compila ações do governo Bolsonaro que, na visão do grupo, contribuíram para a atual situação da pandemia no Brasil.

O documento foi entregue para os senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

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