Conteúdo publicado há 1 mês

Grupo que se passava por senadores para aplicar golpes é alvo de operação

Uma quadrilha é investigada pela Polícia Civil do Distrito Federal por usar perfis falsos de senadores, deputados federais e prefeitos para aplicar golpes financeiros.

O que aconteceu

Um homem, de 26 anos, e quatro mulheres, de 22 a 43 anos, são os suspeitos de se passar por políticos. Oito mandados de busca e apreensão foram expedidos no Maranhão e no Piauí na operação deflagrada na manhã de hoje.

A quadrilha usava as imagens e nomes de políticos para perfis no WhatsApp. As próprias autoridades, a maioria senadores, procuraram a delegacia para denunciar o crime.

17 políticos teriam sido vítimas. Segundo a Polícia Civil, a quadrilha se passou por 11 senadores, 4 deputados federais e 2 prefeitos.

Os suspeitos entravam em contato com pessoas informando que havia uma ''doação'' disponível. Eles diziam que os produtos seriam entregues se fizessem um depósito ao motorista do caminhão responsável pela entrega.

A quadrilha irá responder pelos crimes de associação criminosa, falsa identidade e estelionato. A pena pode atingir nove anos de prisão. As investigações duraram sete meses, informou a Polícia.

Políticos que tiveram o nome usado

Senador Humberto Costa (PT-PE)

Senador Paulo Paim (PT-RS)

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Senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA)

Senador Carlos Viana (Podemos-MG)

Senador Márcio Bittar (União-MA)

Senadora Soraya Thronicke (União-MS)

Senador Luis Carlos Heinze (PP-RS)

Senador Espiridião Amim (PP-SC)

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Senadora Teresa Leitão (PT-PE)

Senador Marcelo Castro (MDB-PI)

Senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO)

Deputada Natália Bonavides (PT-RN)

Deputado Diego Andrade (PSD-MG)

Deputado Rogério Correa (PT-MG)

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Deputado André Janones (Avante-MG)

Prefeito Amazan Silva, de Jardim do Seridó (RN)

Prefeito de Vitória do Santo Antão

*Com informação do Estadão Conteúdo

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