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Covid-19 aumenta escassez mundial de cilindros de oxigênio, segundo a ONU

14.jan.2021 - Familiares de pacientes levam cilindro de oxigênio para o Hospital e Pronto-Socorro 28 de agosto, em Manaus - Sandro Pereira/Fotoarena/Estadão Conteúdo
14.jan.2021 - Familiares de pacientes levam cilindro de oxigênio para o Hospital e Pronto-Socorro 28 de agosto, em Manaus Imagem: Sandro Pereira/Fotoarena/Estadão Conteúdo

25/02/2021 14h43

A pandemia de coronavírus deixou sem fôlego o já limitado estoque de oxigênio médico e a ONU estima que são necessários US$ 1,6 bilhão para enfrentar a emergência.

A covid-19 exerceu uma enorme pressão sobre os sistemas de saúde de todo o mundo, principalmente nos países mais pobres, onde muitos hospitais enfrentam a escassez de oxigênio.

Essa carência provocou várias mortes evitáveis e obrigou as famílias dos pacientes hospitalizados a pagar mais para garantir o acesso ao oxigênio.

O ACT Accelerator, um grupo de busca mundial de vacinas, diagnósticos e tratamentos da covid-19 liderado pela Organização Mundial da Saúde, disse nesta quinta-feira (25) que vai lançar um grupo de trabalho de emergência para buscar soluções.

"Essa é uma emergência mundial que precisa de uma resposta verdadeiramente global", afirmou Philippe Duneton, diretor da agência sanitária internacional Unitaid, que lidera o pilar terapêutico do ACT.

No grupo de trabalho participarão a OMS, Unicef, o Banco Mundial e Save the Children.

O fornecimento mundial de oxigênio já era limitado antes da pandemia para tratar doenças como a pneumonia, que deixa 2,5 milhões mortes todo ano.

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