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EUA avaliam enviar mais soldados a seus aliados da Otan ante tensão com Ucrânia

17 nov. 2021 - Soldado do Exército ucraniano participa de exercício militar nas proximidades da fronteira com a Crimeia, em Kherson, Ucrânia - Serviço de Imprensa da Junta Geral das Forças Armadas da Ucrânia via Reuters
17 nov. 2021 - Soldado do Exército ucraniano participa de exercício militar nas proximidades da fronteira com a Crimeia, em Kherson, Ucrânia Imagem: Serviço de Imprensa da Junta Geral das Forças Armadas da Ucrânia via Reuters

24/01/2022 16h00

Os Estados Unidos estão avaliando enviar até 5.000 soldados a seus aliados no Báltico e leste europeu, enquanto aumentam as preocupações de que a Rússia possa invadir a Ucrânia, noticiaram nesta segunda-feira (24) veículos americanos.

A possível mobilização poderia envolver entre 1.000 e 5.000 soldados, juntamente com unidades navais e aviões, segundo o jornal The New York Times.

Ainda de acordo com o jornal, o número poderia aumentar consideravelmente se as condições se deteriorarem.

A CNN reportou que o Pentágono está identificando quais unidades iriam, mas a decisão final sobre o envio não foi tomada.

A opção surgiu em conversas sobre a crise ucraniana entre o presidente Joe Biden e seus assessores, incluindo o secretário da Defesa, Lloyd Austin, durante o fim de semana.

Funcionários americanos disseram, sob a condição do anonimato, que estão consultando aliados sobre possíveis deslocamento e estudando todos os cenários.

A Otan informou nesta segunda que estava enviando aviões e navios para reforçar a área do leste europeu. Estados Unidos, Reino Unido e Austrália determinaram que as famílias de seus diplomatas deixem Kiev.

Isto depois de que os diálogos entre Rússia, americanos e europeus fracassaram na semana passada em obter avanços significativos.

Nesta segunda-feira, Biden manterá uma videoconferência com vários dirigentes europeus sobre a situação na Ucrânia.

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