Conteúdo publicado há 24 dias

O que se sabe sobre desaparecimento de enfermeira em SP; mulher tinha dívida de R$ 20 mil

A enfermeira Gabriely Sabino, de 23 anos, está desaparecida desde sexta-feira, dia 14, quando saiu da casa dos pais, em Piracicaba. A Polícia Civil investiga o caso, mas, por enquanto, não há informações nem indícios sobre seu paradeiro, segundo o pai dela contou à reportagem nesta quarta-feira, 19.

Gabriely mora com os pais no Parque Orlanda I, em Piracicaba. Ela tem 23 anos, é solteira e não tem namorado nem filhos. Trabalha numa padaria, das 16h à 1h30, e fora desse horário atua como motorista de aplicativo usando o próprio carro. Cursou Enfermagem numa faculdade particular, concluiu a graduação em janeiro passado e estava procurando emprego na área.

Onde ela foi vista pela última vez?

As últimas imagens de Gabriely obtidas pela polícia mostram que ela foi com seu carro até a rodoviária de Piracicaba, deixou o veículo no estacionamento e saiu levando uma bolsa e uma sacola. Ela teria embarcado em um ônibus com destino ao terminal rodoviário do Tietê, na zona norte de São Paulo.

O que ela disse aos pais?

A mulher não contou nada aos pais, que imaginavam que a filha havia ido trabalhar na padaria e só deram conta do sumiço quando, às 3h do sábado, ela ainda não tinha voltado pra casa.

Quais são as suspeitas?

O pai da enfermeira afirma que ela vinha mantendo conversas pelo celular com um desconhecido. Após o sumiço, a família descobriu que Gabriely tem dívidas cujo montante pode chegar a R$ 20 mil. Os pais não sabem como ela contraiu a dívida, e acreditam que ela estava sendo extorquida por alguém, por razão também desconhecida.

Parte desse dinheiro foi emprestada a ela por dois amigos da família. A suspeita é que outra parte tenha sido emprestada por agiotas.

Após o desaparecimento de Gabriely, uma cunhada contou que emprestou seu cartão de crédito para a enfermeira - a família não sabe por que ela precisaria do cartão, já que tinha seu próprio dinheiro.

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O que a polícia diz sobre o caso?

A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Piracicaba está investigando o caso, segundo a Secretaria da Segurança Pública.

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