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G7 e Otan irão aumentar pressão sobre Rússia e manter olhos na China, dizem autoridades dos EUA

Sede da Otan em Bruxelas - Yves Herman/Reuters
Sede da Otan em Bruxelas Imagem: Yves Herman/Reuters

Andrea Shalal, Humeyra Pamuk e Kanishka Singh

Da Reuters

22/06/2022 19h39Atualizada em 22/06/2022 20h23

Os líderes do Grupo dos Sete países ricos e da aliança militar Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) irão buscar aumentar a pressão sobre a Rússia pela guerra na Ucrânia em reuniões da próxima semana, e deixarão claro que também continuam preocupados com a China, disseram altos funcionários do governo dos Estados Unidos nesta quarta-feira.

A Otan anunciaria novos compromissos para reforçar a segurança europeia, disseram as autoridades, enquanto a participação dos líderes da Austrália, Japão, Coreia do Sul e Nova Zelândia mostrará que a guerra na Ucrânia não tirou o foco sobre a China.

Os líderes do G7 também devem abordar as "práticas econômicas coercivas da China", que se tornaram ainda mais agressivas nos últimos anos, disse uma das autoridades.

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