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Eleições 2020

Secretária de Doria nega candidatura como vice de Bruno Covas: 'Fofoca'

Patrícia Ellen: "Acho que seria muito leviano da minha parte ocupar um segundo que fosse com debate de eleições" - Reprodução/TV Cultura
Patrícia Ellen: 'Acho que seria muito leviano da minha parte ocupar um segundo que fosse com debate de eleições' Imagem: Reprodução/TV Cultura

Do UOL, em São Paulo

11/08/2020 00h01

A secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, Patrícia Ellen, negou no Roda Viva de hoje que pretende ser vice na chapa de Bruno Covas (PSDB), atual prefeito da capital paulista e pré-candidato à reeleição.

"Não é gente do governo que diz esse tipo de coisa. Não sou filiada, não é uma hipótese. A gente trabalha como uma equipe integrada, o próprio governador coloca que não é um governo com espaço para fofocas. Hoje a maioria dos secretários nem é filiado", disse ela.

Conversas a respeito dos bastidores eleitorais de 2020, apontou Ellen, não devem tomar o espaço da discussão em torno do novo coronavírus.

"Fofocas não podem ser distração nesse momento tão sério. Seria uma falta de respeito com as pessoas que estão perdendo entes queridos, não acompanho fofoca", declarou.

Acho que seria muito leviano da minha parte ocupar um segundo que fosse com debate de eleições.

O papel da mulher na política

"Essa causa é muito importante. Não dá para dizer que a gente não vive numa sociedade machista. A gente não passa de 20% de mulheres na liderança. O governador João Dória bateu o recorde de ter quatro secretarias mulheres no governo do estado. A gente bateu nesses 20%", disse Ellen, a respeito da importância da mulher em ocupar espaços dentro da política pública.

A secretária ainda citou as atuações de Jacinta Ardern (primeira-ministra da Nova Zelândia) e Angela Merkel (chanceler da Alemanha) na pandemia de covid-19. Segundo ela, as medidas adotadas pelas estadistas mostram as "diferenças das mulheres no isolamento, no cumprimento do distanciamento social".

"Não tem como fazer as políticas [de inclusão] se a gente não tiver mais mulheres, mulheres negras representando as pessoas que precisam."

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