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Mundo passa de 40 milhões de vacinas aplicadas; Brasil aparece em ranking

Enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, é a primeira brasileira a receber dose da vacina Coronavac - Governo do Estado de São Paulo / Divulgação
Enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, é a primeira brasileira a receber dose da vacina Coronavac Imagem: Governo do Estado de São Paulo / Divulgação

Do UOL, em São Paulo

18/01/2021 10h59

Pouco mais de 40 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 já foram aplicadas no mundo, segundo balanço da plataforma "Our World in Data", da Universidade de Oxford.

O Brasil, que iniciou ontem sua campanha de vacinação, apareceu no ranking pela primeira vez, com 112 pessoas imunizadas.

O governo de São Paulo começou a vacinação poucos minutos depois de a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) liberar, com restrições, o uso emergencial da CoronaVac, a vacina do Instituto Butantan, produzida com o laboratório chinês Sinovac. Além da CoronaVac, a Anvisa também liberou o uso emergencial do imunizante da AstraZeneca, a vacina da Fiocruz com a Universidade de Oxford.

A primeira pessoa a tomar a CoronaVac no Brasil foi a enfermeira Mônica Calazans, 54, que trabalha na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo. Negra, ela é moradora de Itaquera, na zona leste da capital paulista.

Hoje, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, cedeu à pressão dos governadores e disse que a imunização deve começar ainda hoje. Inicialmente, o PNI (Plano Nacional de Imunização) estava previsto para iniciar na quarta-feira (20).

Os Estados Unidos lideram o ranking com 12,28 milhões de doses aplicadas. Em seguida, aparecem a China (10 milhões), Reino Unido (4,31 milhões), Israel (2,43 milhões) e Emirados Árabes Unidos (1,88 milhão).

Proporcionalmente, Israel lidera com folga o ranking — mais de 20% de sua população já recebeu a primeira dose da vacina. As autoridades penitenciárias israelenses anunciaram ontem que começaram a vacinar todos os seus prisioneiros, incluindo os palestinos, após vários pedidos da Justiça, de ONGs e autoridades palestinas.

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