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Estudante é indiciado pela morte da ex-namorada após passar 7 meses em coma

Liqun Pan, de 19 anos, foi encontrada morta dentro de casa; o ex-namorado dela, Weijie He, de 21 anos, foi acusado de matá-la depois de ficar 7 meses em coma - Reprodução/NSW Police
Liqun Pan, de 19 anos, foi encontrada morta dentro de casa; o ex-namorado dela, Weijie He, de 21 anos, foi acusado de matá-la depois de ficar 7 meses em coma Imagem: Reprodução/NSW Police

Colaboração para o UOL, em São Paulo

20/01/2021 15h54

Na manhã de hoje, o estudante chinês Weijie He, de 21 anos, foi acusado de matar sua ex-namorada, logo depois que ele acordou de um coma induzido que se alongou por sete meses. O rapaz ficou em estado grave logo após a morte da vítima, quando ele caiu do apartamento onde ocorreu o incidente.

A jovem, chamada Liqun Pan, de 19 anos, foi espancada até a morte, enquanto residia em um condomínio residencial em Sydney, na Austrália, em junho de 2020. A moça, que assim como o ex-namorado estava no país com um visto de estudante, foi encontrada sem vida no dia seguinte.

Já o suspeito de matá-la foi localizado em estado grave com ferimentos na cabeça na rua Brodie Sparks Drive, depois de ter caído supostamente da varanda do quarto andar do apartamento onde vivia a estudante.

"Testemunhas nos disseram que ele caiu do quarto andar de uma área comum, então foi uma desventura ou uma tentativa de suicídio", informou o detetive inspetor Robert Alison, de acordo com a ABC Austrália. "Ele tem muita sorte de estar vivo. A maioria das pessoas não teria sobrevivido", observou.

Weijie ficou durante sete meses desacordado no Hospital St George, em Melbourne. Até que ele finalmente despertou no leito hospitalar com detetives ao seu lado.

O chinês, que namorava a vítima há dois anos antes do assassinato, deverá responder pelo crime na justiça e recusou pagamento de fiança.

Ele tem uma audiência marcada hoje no Tribunal Local de Sutherland; a reunião será realizada via vídeo chamada, dado o contexto da pandemia do novo coronavírus.

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