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Policial relata preconceito por trabalhar maquiada: 'Me chamam de stripper'

Oficial diz que torcedores de futebol não a respeitam - Reprodução
Oficial diz que torcedores de futebol não a respeitam Imagem: Reprodução

Colaboração para o UOL, em São Paulo

27/10/2021 13h01Atualizada em 27/10/2021 13h01

A policial Nicola Turner, de 35 anos, diz que sofre preconceito por trabalhar maquiada. Em entrevista ao portal The Sun, a policial conta que já a compararam a uma "stripper" por torcedores de futebol.

"Havia cerca de cem torcedores do lado de fora de um bar em Essex (Inglaterra), e quase todos apontavam para mim e começavam a gritar", relata Turner, que trabalha na polícia há 13 anos.

"Me diziam que eu era apenas uma stripper com uniforme de policial. Me senti humilhada!", contou a oficial, que ainda assim, não deixa de se embelezar, e explica o motivo.

"Sinto que sou a melhor versão de mim mesma quando estou maquiada, isso me deixa mais confiante", diz Turner, que cresceu usando maquiagens. "Minha mãe pedia para em me importar com a minha aparência, para ficar limpa e arrumada", afirmou ela.

Além do relato dos torcedores que a assediaram no bar, Turner conta da vez em que foi comparada a uma stripper em um vagão de trem, quando então atuava na segurança do local.

"Eu e um colega de trabalho entramos em um trem onde havia um time de futebol masculino viajando". Ao sair do local, o policial contou a ela: "O time achou que você iria fazer um strip para eles".

"Eles pensaram que eu estava lá para o entretenimento deles, em vez de servir como policial", desabafou Turner ao The Sun.

A britânica também já foi desprestigiada por uma mulher quando andava fardada em um shopping center. "Olha só para ela, de batom. Quem ela pensa que é?", disse ela.

"Para mim, contanto que eu faça o meu trabalho, não importa a minha aparência."

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