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Biden reúne líderes europeus para discutir tensão entre Rússia e Ucrânia

9.dez.2021 - Joe Biden faz o discurso de abertura para a cúpula virtual pela democracia, em Washington, nos EUA - Chip Somodevilla/Getty Images via AFP
9.dez.2021 - Joe Biden faz o discurso de abertura para a cúpula virtual pela democracia, em Washington, nos EUA Imagem: Chip Somodevilla/Getty Images via AFP

Do UOL, em São Paulo*

24/01/2022 18h12

O presidente norte-americano Joe Biden convocou líderes europeus para discutir hoje a tensão entre a Rússia e a Ucrânia. A Casa Branca, segundo a Reuters, disse que um dos principais tópicos será a presença militar russa na fronteira com o país vizinho.

A expectativa é que Biden se reúna com Emmanuel Macron, presidente da França; Boris Johnson, primeiro-ministro do Reino Unido; Olaf Scholz, chanceler da Alemanha; Mario Draghi, premiê da Itália; Andrzej Duda, presidente da Polônia; Jens Stoltenberg, secretário-geral da Otan (Organização do Tratado Atlântico Norte); Charles Michel, líder do Conselho Europeu; e Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia.

Hoje de manhã, os Estados Unidos pediram para que os funcionários não essenciais das embaixadas americanas na Ucrânia deixem seus postos pela "ameaça contínua" de uma possível invasão da Rússia.

Além de trabalhadores das embaixadas, o governo norte-americano aconselhou que todos os cidadãos dos Estados Unidos residindo na Ucrânia deixem o país europeu.

Agências internacionais têm reportado que a Rússia posicionou 100 mil soldados, tanques e armas na fronteira com a Ucrânia.

Para pressionar de volta, a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) anunciou hoje que enviou aviões e navios para a fronteira entre os dois países.

"A Otan continuará tomando todas as medidas necessárias para proteger e defender todos os aliados, inclusive reforçando a parte oriental da aliança", afirmou o secretário-geral, Jens Stoltenberg, em nota.

"As tensões se exacerbaram com os anúncios e as ações muito concretas por parte dos Estados Unidos e da Otan", respondeu o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, à imprensa.

Estados Unidos e União Europeia ameaçaram Moscou com "consequências em massa" se a Ucrânia for invadida, embora chegar a um consenso sobre medidas duras entre os 27 membros do bloco europeu seja difícil.

*Com informações da AFP

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