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Guerra da Rússia-Ucrânia

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Conteúdo publicado há
5 meses

Ucrânia recebe drones turcos capazes de destruir tanques do Exército russo

Nova remessa de drones turcos Bayraktar foram comprados pela Ucrânia para atuar contra a Rússia - AFP
Nova remessa de drones turcos Bayraktar foram comprados pela Ucrânia para atuar contra a Rússia Imagem: AFP

Do UOL, em São Paulo

04/03/2022 11h04Atualizada em 04/03/2022 11h36

Desde o início da invasão da Rússia ao território da Ucrânia, o presidente Volodymyr Zelensky pede por colaborações bélicas internacionais para conter o avanço das tropas inimigas. Para dar suporte ao exército ucraniano, uma nova remessa de drones do tipo Bayraktar TB2, fabricados na Turquia, foram adquiridos pelo país. Os equipamentos são capazes de destruir tanques de guerra.

As informações sobre a nova leva de Bayraktars foram divulgadas em uma postagem do ministro da Defesa ucraniano, Oleksii Reznikov, no Facebook.

"A quantidade de ajuda que recebemos está aumentando. O número de países que fornecem esta ajuda também aumenta. Até aqueles que achávamos impossível estão se juntando a nós", detalhou.

Na sequência, escreveu: "Novos Bayraktars já chegaram à Ucrânia e estão em serviço de combate", sem detalhar quantas aeronaves não tripuladas passam a fazer parte do arsenal da Ucrânia.

O TB2 é uma aeronave não-tripulada de combate (UCAV) de média altitude e longa autonomia, controlado de forma remota por militares a partir de uma estação de controle em solo.

Os equipamentos são fundamentais para o combate ucraniano após nove dias de confronto e do avanço militar russo para os centros urbanos.

O Airbus A400M, da Força Aérea Turca, fez vários voos entre Ancara e Rzesow, no sul da Polônia, nos últimos dias de fevereiro. Acreditava-se que estes transportavam suprimentos militares para a Ucrânia, segundo informações divulgadas pela Forbes.

  • Veja as últimas informações sobre a guerra na Ucrânia e mais notícias no UOL News com Fabíola Cidral:

"Pior agressão militar em quatro décadas"

O secretário-geral da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), Jens Stoltenberg, classificou a situação na Ucrânia como a "pior agressão militar em quatro décadas". Para ele, a Rússia age com "irresponsabilidade" ao atacar a central nuclear de Zaporizhia, a maior da Europa.

A região foi alvo de um incêndio na noite de ontem, durante uma agressão militar da rússia. A Otan é uma aliança militar criada para fazer frente à extinta União Soviética.

Durante uma coletiva de imprensa realizada na manhã de hoje (horário de Brasília), Stoltenberg disse que os próximos dias "provavelmente serão piores, com mais mortes, sofrimento e destruição".