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Cerca de 3 mil militares estão prontos para agir na Amazônia, diz ministro

O ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva - Sergio Lima/AFP
O ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva Imagem: Sergio Lima/AFP

Mateus Vargas

Em Brasília

26/08/2019 21h59

O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, disse hoje que cerca de 3 mil militares das Forças Armadas estão prontos para combater incêndios e crimes ambientais na região da Amazônia Legal.

Azevedo reforçou a posição do governo de que os incêndios na região estão controlados. Ele apontou preocupação com partes do Pará, mas disse que estes focos já estão sendo combatidos.

Segundo o ministro, o Comando militar da Amazônia colocou mil militares à disposição e o Comando Militar do Norte outros 1.700. Ele arrendou para 3 mil homens que já podem atuar no local.

Azevedo e Silva afirmou que o Chile ofereceu quatro aeronaves com capacidade de dispersão de água, além de 30 brigadistas. Já o Equador disponibilizou uma aeronave e outros 30 brigadistas. O ministro declarou que Estados Unidos e Israel prometeram apoio, mas ainda não detalharam a forma.

As equipes de Chile e Equador devem ir à Amazônia Legal assim que for definido em quais regiões elas poderão atuar, disse o ministro.

Segundo Azevedo e Silva, as Forças Armadas do Brasil têm cerca de 43 mil militares na Amazônia. Ele ponderou que aproximadamente 3 mil estariam prontos para atuar agora, conforme o presidente da República permitiu no decreto para Garantia da Lei e da Ordem (GLO).

O ministro da Defesa disse que apenas o governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), não solicitou a ajuda das Forças Armadas. A assessoria do governador informou à reportagem que o pedido será feito e que ele deve participar de reunião amanhã com Bolsonaro e governadores da Amazônia Legal.

As declarações de Azevedo e Silva foram feitas após reunião com o presidente Jair Bolsonaro (PSL). Participaram da conversa os ministros da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro; do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno; da Casa Civil, Onyx Lorenzoni; do Itamaraty, Ernesto Araújo e da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, além do chefe da Defesa.

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