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Bolsonaro terá redução na alimentação por veias, diz hospital

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) durante caminhada orientada pela equipe médica - Reprodução/Secom
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) durante caminhada orientada pela equipe médica Imagem: Reprodução/Secom

Luís Adorno

Do UOL, em São Paulo

15/09/2019 10h57

O presidente Jair Bolsonaro segue em evolução de seu estado de saúde e começará, na tarde de hoje, a ter sua alimentação endovenosa reduzida. Ou seja, terá redução na alimentação através das veias. Desde ontem, ele já começou a se alimentar por uma dieta cremosa e teve boa aceitação.

Segundo boletim médico divulgado na manhã de hoje pelo hospital Vila Nova Star, onde o presidente está internado há uma semana, Bolsonaro "continua apresentando melhora clínica progressiva. Permanece sem dor, afebril e com melhora dos movimentos intestinais".

"Mantida a dieta cremosa com boa aceitação e, hoje, daremos início a redução do volume da alimentação parenteral (endovenosa). Persiste com fisioterapia respiratória e motora, caminhando frequentemente pelo corredor".

O porta-voz, general Rêgo Barros, informou a jornalistas, durante a divulgação do boletim médico, que, para ter alta, o presidente precisa poder se alimentar com todos os nutrientes necessários sozinho.

Há expectativa de que, ainda hoje, Bolsonaro possa passar de uma dieta cremosa para uma pastosa, que é um pouco mais densa. "Essa passagem definirá, junto a outros parâmetros, a alta do presidente", disse o porta-voz.

As visitas ao presidente seguem restritas. Sua mulher, Michelle Bolsonaro, e o filho Carlos permanecem acompanhando sua evolução. Ontem, o ministro Ricardo Salles compareceu ao hospital. O governo informou que Bolsonaro acompanhou o jogo do Palmeiras do seu quarto no hospital.

O boletim foi assinado pelos médicos Antônio Luiz de Vasconcellos Macedo, Antônio Antonietto e Ricardo Peixoto Camarinha.

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