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Bolsonaro: "superbateria" de nióbio e grafeno vai revolucionar indústria

Jair Bolsonaro (sem partido) durante entrega de equipamentos à superintendência da PRF no Rio de Janeiro - Carolina Antunes/PR
Jair Bolsonaro (sem partido) durante entrega de equipamentos à superintendência da PRF no Rio de Janeiro Imagem: Carolina Antunes/PR

Estadão Conteúdo

Marlla Sabino e Mariana Durão

28/09/2020 19h49

O presidente Jair Bolsonaro voltou a falar nesta segunda-feira, 28, que o desenvolvimento de uma "superbateria" de nióbio e grafeno vai "revolucionar a indústria automobilística do mundo". Em evento do lançamento do programa Mineração e Desenvolvimento, no Ministério de Minas e Energia, o chefe do Executivo afirmou que o País tem os recursos "em abundância".

"O minério, juntamente com o grafeno, é capaz de produzir maravilhas para o mundo em todos os setores. Até mesmo no tocante à quinquilharias, quem diria, né?", disse. "O que está saindo da prancheta não tem participação nossa, mas nos orgulha muito, é a superbateria de grafeno e nióbio que revolucionará a indústria automobilística do mundo e nós temos isso em abundância."

Durante o evento, o presidente também voltou a sinalizar o interesse em viabilizar a exploração de nióbio no País. "O nióbio, em especial, nós gostaríamos muito de explorar isso no futuro, mas com um País que pudesse nos oferecer um trabalho em conjunto para que venhamos adquirir tecnologia para explorar aquilo que nós temos", disse.

O programa lançado nesta segunda-feira, 28, é composto por dez planos e 110 metas para o setor no período de 2020-2023. Ao lado do presidente, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou que o setor de mineração tem sido fundamental para a balança comercial brasileira e pode atrair investimentos bilionários para o País nos próximos anos.

Em seu pronunciamento, o ministro também ressaltou medidas de outras áreas de atuação da pasta, como a edição de Medidas Provisórias (MPs) para isentar a conta de luz de famílias de baixa renda e para socorro financeiro a distribuidoras de energia, e a aprovação do projeto de lei que trata sobre o risco hidrológico.

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