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Deputado pede convocação de Queiroga para explicar falta de remédios no SUS

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, encerrou a vigência da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional da covid-19. Foto: Myke Sena/MS - O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, encerrou a vigência da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional da covid-19. Foto: Myke Sena/MS
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, encerrou a vigência da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional da covid-19. Foto: Myke Sena/MS Imagem: O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, encerrou a vigência da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional da covid-19. Foto: Myke Sena/MS

Colaboração para o UOL, em Brasília

16/05/2022 17h06

O deputado federal Elias Vaz (PSB-GO) protocolou hoje na Câmara dos Deputados um pedido para que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, seja convocado a explicar possível desabastecimento de medicamentos em postos de saúde no Estado de Goiás.

"O Ministério da Saúde é o órgão responsável pela gestão dos estoques e tem a obrigação de intervir, com ações rápidas e concretas, em caso de risco à continuidade dos tratamentos. A Constituição garante o direito à saúde a cada cidadão brasileiro e esse direito passa pelo acesso aos medicamentos", diz Elias Vaz no pedido.

O pedido ocorre depois de, no último mês, o parlamentar ter identificado empenhos do governo federal para a compra de 11,2 milhões de comprimidos de Viagra, de 20, 25 e 50 miligramas no período de 2019 a 2022. A conta pode chegar a R$ 33,5 milhões.

O contrato de compra foi firmado entre o Laboratório Farmacêutico da Marinha Brasileira (UASG 765741) e a empresa EMS S/A, conforme dados do Portal da Transparência e do Painel de Preços do governo.

Elias Vaz já havia acionado o Ministério Público Federal e o Tribunal de Contas no último dia 11 para investigar a liberação de compra de 60 próteses penianas, no valor de R$ 3,5 milhões, para unidades ligadas ao Exército e de 35 mil comprimidos de Viagra, com indícios de superfaturamento, para atender Marinha, Exército e Aeronáutica.

"O governo federal precisa explicar os critérios para a produção de medicamentos pelas Forcas Armadas. Primeiro, foi a cloroquina. Agora, o Viagra. Enquanto isso, falta o básico nas unidades de saúde", afirma o congressista.

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