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Itamaraty emite nota sobre os 75 anos de libertação de Auschwitz

Localizado no sul da Polônia, Auschwitz foi o maior campo de extermínio nazista	 - picture-alliance/Zuma/D. Klamka
Localizado no sul da Polônia, Auschwitz foi o maior campo de extermínio nazista Imagem: picture-alliance/Zuma/D. Klamka

27/01/2020 15h51

O governo brasileiro divulgou hoje nota sobre os 75 anos da liberação do campo de concentração nazista em Auschwitz. No texto, o governo do Brasil saúda o povo judeu e o Estado de Israel e diz que a data representa um "momento em que rememoramos uma das páginas mais hediondas da história e, ao mesmo tempo, celebramos a esperança da libertação".

O Itamaraty relembra também que a vinculação do Brasil ao povo judeu tem raízes históricas. Destaca que a comunidade judaica no Brasil contribuiu e continua contribuindo para a formação da nacionalidade e da identidade brasileira.

"No século XX, o Brasil contribuiu para o esforço de guerra contra as potências do Eixo, por meio da atuação da Força Expedicionária Brasileira, a força militar latino-americana mais significativa a se juntar aos Aliados. Membros do nosso Serviço Exterior, como Luiz Martins de Souza Dantas e Aracy de Carvalho Guimarães Rosa, reconhecidos como "Justos entre as Nações", auxiliaram milhares de judeus a escapar do jugo nazifascista. Seus exemplos continuam a inspirar a atuação brasileira no plano internacional", diz o texto.

A nota afirma ainda que o governo do presidente Jair Bolsonaro está implementando um "processo de profunda e produtiva reaproximação com o Estado de Israel. Ao mesmo tempo, passou a atuar, nos organismos internacionais, no sentido de evitar o tratamento discriminatório que muitas vezes ainda é imposto a Israel nesses foros".

O texto finaliza com a afirmação de que o país "permanece mais do que nunca vigilante para que o flagelo do anti-semitismo e de qualquer ideologia desumanizante jamais prospere. A memória dos 75 anos da libertação de Auschwitz nos chama a redobrar nossos esforços em favor da dignidade humana e da liberdade, únicos alicerces duradouros da paz".

Com informações do Ministério das Relações Exteriores.

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