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1 mês

Bolsonaro confirma 'motociata' na cidade de Chapecó (SC) no fim do mês

Bolsonaro durante passeio de moto em São Paulo; presidente já marcou uma nova "motociata", agora em SC - Reprodução/Facebook
Bolsonaro durante passeio de moto em São Paulo; presidente já marcou uma nova 'motociata', agora em SC Imagem: Reprodução/Facebook

Gustavo Côrtes e Marlla Sabino

Do Estadão Conteúdo, em Brasília

16/06/2021 11h45Atualizada em 16/06/2021 12h36

O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), confirmou hoje que estará em uma nova "motociada", na cidade de Chapecó (SC), prevista para o último final de semana de junho.

Além disso, o atual mandatário voltou a se opor ao uso de máscaras para mitigar a proliferação do novo coronavírus e criticou até mesmo a sinalização com pedidos de cumprimento da medida em painéis de rodovias paulistas. É o caso da rodovia dos Bandeirantes, a qual ele utilizou no sábado durante passeio de moto com seguidores.

"O que dá para entender, um cara, no carro com a família dele, usando máscara?", perguntou. "A intenção do governo do Estado é multar. Quanto mais lei tem, pior é aquele país."

Bolsonaro também voltou a defender a imunização facultativa contra covid-19 e a criticar o do Senado, que aprovou a projeto do "passaporte da covid".

A proposta segue para a Câmara e, se aprovada, vai para o aval de Bolsonaro. Ele prometeu vetá-lo. No documento, devem ser registradas informações sobre a vacinação dos cidadãos.

Para o presidente, a matéria foi pouco debatida. "Toma vacina quem quer", declarou.

Ele criticou práticas, que, em sua visão configuram mau uso de recursos por parte de governos estaduais no combate à pandemia. "Quando a gente manda dinheiro para o Estado fica a cargo do estado. Não tem mais nada a ver com o governo federal".

O governo Bolsonaro teve início em 1º de janeiro de 2019, com a posse do presidente Jair Bolsonaro (então no PSL) e de seu vice-presidente, o general Hamilton Mourão (PRTB). Ao longo de seu mandato, Bolsonaro saiu do PSL e ficou sem partido. Os ministérios contam com alta participação de militares. Bolsonaro coloca seu alinhamento político à direita e entre os conservadores nos costumes.