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Chico Alves

REPORTAGEM

Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.

Ricardo Barros nega relação com ilegalidades na compra da Covaxin

Ricardo Barros, líder do governo na Câmara  - Valter Campanato/Agência Brasil
Ricardo Barros, líder do governo na Câmara Imagem: Valter Campanato/Agência Brasil
Chico Alves

Chico Alves é jornalista, por duas vezes ganhou o Prêmio Embratel de Jornalismo e foi menção honrosa no Prêmio Vladimir Herzog. Foi editor-assistente na revista ISTOÉ e editor-chefe do jornal O DIA. É co-autor do livro 'Paraíso Armado', sobre a crise na Segurança Pública no Rio, em parceria com Aziz Filho.

Colunista do UOL

25/06/2021 22h40Atualizada em 26/06/2021 13h59

Apontado como o político que o presidente Jair Bolsonaro teria citado ao receber denúncia de corrupção na compra da vacina Covaxin, o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR) negou a participação em esquema ilícito. A citação foi feita no relato do deputado Luís Miranda (DEM-DF) à CPI da Covid. "Não participei de nenhuma negociação em relação à compra das vacinas Covaxin", escreveu Barros no Twitter.

Segundo Miranda, em reunião com Bolsonaro, no dia 20 de março, quando foi com seu irmão denunciar as irregularidades no processo de compra da Covaxin, o presidente demonstrou já ter conhecimento dos problemas e os atribuiu a um deputado. Depois de ser muito pressionado, o denunciante admitiu que o parlamentar citado foi Ricardo Barros.

. "Não sou esse parlamentar citado, A investigação provará isso", disse Barros, em seu tuíte. "Também não é verdade que eu tenha indicado a servidora Regina Célia como informou o senador Randolfe. Não tenho relação com esse fatos".

Regina é uma integrante do Ministério da Saúde, que segundo integrantes da CPI, teria sido indicada pelo líder do governo.