Sob holofotes do STF, Bolsonaro monetiza 'conteúdo exclusivo'
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Dos males o menor, raciocinam os encrencados convencionais. Ou o que der mais dinheiro, ensina Bolsonaro. A caminho do banco dos réus, o capitão monetizou seu infortúnio.
Instalou um balcão no Instagram. Nele, ofereceu aos seguidores uma assinatura para "conteúdo exclusivo" ao preço de R$ 7,90 mensais. Em poucas horas, atraiu mais de uma centena de incautos.
Bolsonaro esteve no plenário da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal. Mas utilizou chamariz fotos nas quais se exibe num podcast, numa entrevista radiofônica e defronte de um coco com canudinho.
Nesta quarta-feira, passará a estrelar a ação penal sobre a trama golpista. Administra o seu drama criminal em três velocidades.
Politicamente devagar, empurra com a barriga uma candidatura presidencial inexistente. Intelectualmente lento, sonha com uma intervenção de Trump no Supremo. Moralmente ligeiro, fatura com a ingenuidade alheia. Qualquer dessas velocidades é insultuosa.
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