Fora da denúncia da PGR, Valdemar quer permissão para falar com Bolsonaro
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O presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, espera a revogação das suas medidas cautelares para voltar a se comunicar com o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Costa Neto não foi incluído na denúncia do procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Para a PGR, não havia provas suficientes para determinar que Valdemar tivesse ciência de que estava sendo tramado um golpe de Estado.
Ele estava sendo investigado porque o partido contratou um instituto, que apresentou um relatório, refutado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), questionando o funcionamento das urnas eletrônicas sem provas.
Ao deixar de ser investigado pela Justiça, tornam-se desnecessárias as cautelares contra Valdemar, que são proibição de sair do país, retenção de passaporte e conversar com outros investigados.
A que mais incomodava é a proibição de falar com Bolsonaro, que segue investigado e agora denunciado por golpe de Estado, já que ambos têm papel relevante no maior partido de oposição do país.
A revogação das cautelares cabe ao relator do caso, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
Com as cautelares revogadas, Valdemar e Bolsonaro podem, por exemplo, participar juntos do ato marcado para o dia 16 de março. Em manifestações anteriores, eles compareceram em períodos diferentes.
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