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Diretora e colega de garoto suspeito de matar os pais PMs serão ouvidos hoje

Do UOL, em São Paulo

13/08/2013 13h39

A diretora do colégio Stella Rodrigues, Maristela Rodrigues, e um colega do menino Marcelo Pesseghini, o garoto de 13 anos suspeito de matar a família em São Paulo, serão ouvidos na tarde desta terça-feira (13) pelo DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa). 

A escola onde Marcelo estudava retomou as aulas nesta segunda-feira (12). Pais e alunos entrevistados pela reportagem do UOL disseram não acreditar que Marcelo matou a família e depois cometeu suicídio, na semana passada no bairro da Brasilândia, zona norte de São Paulo.

O menino é até o momento o único apontado pela polícia como suspeito da chacina, que matou o pai dele, o sargento da Rota (tropa de elite da Polícia Militar paulista) Luís Marcelo Pesseghini, 40, e a mãe dele, a cabo da PM Andreia Pesseghini, 36, além da avó e a tia-avó do adolescente.

Nesta segunda-feira (12), além de Sebastião de Oliveira Costa, tio-avô de Marcelo, outras três pessoas prestaram depoimento sobre o caso.

De acordo com a Secretaria Estadual de Segurança Pública, foram ouvidos no DHPP um amigo de Marcelo, a mãe desse menino e um colega de Luiz Marcelo.

Mais de 20 pessoas já prestaram depoimento sobre o caso. Na última segunda, dia 5, as cinco pessoas da família foram encontradas mortas em casa, na Brasilândia, zona norte da capital paulista. Com base em provas colhidas até o momento, o delegado responsável pelas investigações, Itagiba Franco, acredita que Marcelo tenha matado a família durante a madrugada. Pela manhã, ele teria ido à escola e, ao voltar para casa, cometeu suicídio. Familiares contestam a versão policial. (Com Estadão Conteúdo)

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