Conteúdo publicado há 1 mês

Polícia prende suspeito de matar a tiros policial do Denarc durante assalto

O suspeito de matar a tiros o policial Paulo Enrique da Silva, investigador do Denarc (Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico), foi preso na segunda-feira (19).

O que aconteceu

O homem, de 28 anos, era procurado pela Justiça e se apresentou à delegacia. O policial foi morto em 6 de fevereiro, no bairro da Pompeia, na zona oeste da capital.

Além do mandado de prisão por latrocínio, o suspeito também tinha outro mandado de prisão em aberto por roubo. Após ser preso, ele foi encaminhado ao 8º Distrito Polícia e passará por audiência de custódia.

O nome do suspeito não foi divulgado. Por isso, o UOL não localizou a defesa. O espaço está aberto para manifestação.

Relembre o caso:

Paulo Enrique da Silva, 45, passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos. O agente da 4ª Denarc e o criminoso entraram em luta corporal durante uma tentativa de roubo na rua Barão do Bananal. Imagens gravadas por câmeras de segurança mostram o momento em que o agressor saca a arma e atira no oficial.

O vídeo mostra que o homem encosta ao lado do policial e anuncia o assalto. Ele teria pegado o celular da vítima.

O criminoso fugiu com o celular e a arma do agente. Equipes da Polícia Civil realizam diligências na região em busca dos autores do crime, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. A perícia foi acionada e o caso é investigado como latrocínio pela 3° Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas.

O policial foi socorrido em estado grave ao Hospital São Camilo. Em nota, a unidade de saúde lamentou a morte do oficial. "A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo lamenta informar que o policial foi socorrido na unidade Pompeia em estado grave, vítima de ferimentos de arma de fogo. O paciente foi prontamente atendido e logo encaminhado ao centro cirúrgico, porém, mesmo com todos os procedimentos de reanimação emergenciais realizados, infelizmente não resistiu".

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A Polícia Civil de São Paulo também publicou uma nota de pesar. "A Polícia Civil lamenta profundamente e se solidariza com amigos e familiares nesse momento de dor".

Guilherme Derrite, secretário de Segurança Pública de São Paulo, lamentou a morte do policial. "Desejo meus sentimentos aos familiares e amigos e reforço que esse crime não ficará impune", escreveu.

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