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Compromissos feitos na Cúpula do Clima têm que se tornar reais, diz Biden

"Sei que podemos aproveitar a oportunidade e termos uma economia mais resiliente", disse Biden no encerramento do encontro - REUTERS/Tom Brenner
'Sei que podemos aproveitar a oportunidade e termos uma economia mais resiliente', disse Biden no encerramento do encontro Imagem: REUTERS/Tom Brenner

Do UOL, em São Paulo

23/04/2021 12h37Atualizada em 23/04/2021 13h22

Em discurso no encerramento da Cúpula do Clima, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, agradeceu a presença dos líderes mundiais que participaram do encontro e cobrou que os países cumpram as promessas feitas durante a conferência.

"Os compromissos que fizemos têm que se tornar reais. Temos que implementar esses compromissos, acelerá-los, inovar, investir para alcançá-los. E precisamos trabalhar juntos para termos um futuro com energia limpa e bons empregos", disse o presidente dos EUA.

Aumentar nossa ambição e garantir que toda nação faça sua parte [para reverter a mudança climática]: sei que podemos fazer isso, tenho certeza Joe Biden, presidente dos Estados Unidos

"Sei que podemos aproveitar a oportunidade e termos uma economia mais resiliente e ter vantagens para os povos de cada um dos nossos países, e estou animado para trabalhar junto, lidar com essa crise climática e construir um mundo melhor para nossos filhos e netos", completou.

Durante o encontro, que foi convocado por Biden, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que o Brasil buscará que a "neutralidade climática (zero emissão de gás carbônico) seja alcançada até 2050", se igualando ao que foi fixado pelos EUA e por países europeus.

Ainda durante o discurso, Bolsonaro disse que o Brasil emite poucas quantidades de gases do efeito estufa (e o CO² é o principal) para a atmosfera — mas as emissões do país cresceram 10% em 2019 quando comparadas ao ano de 2018, segundo o Observatório do Clima.

Já Biden, na abertura do evento, prometeu reduzir a emissão de gases do efeito estufa pelos EUA entre 50% e 52% até 2030 em relação aos níveis registrados em 2005. "É assim que vamos seguir como nação", disse o democrata na ocasião.

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