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Mandado da PF contra tesoureiro não constrange governo, diz ministro

O tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, chega à PF na Lapa, zona oeste de São Paulo - Felipe Rau/Estadão Conteúdo
O tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, chega à PF na Lapa, zona oeste de São Paulo Imagem: Felipe Rau/Estadão Conteúdo

Leandro Prazeres

Do UOL, em Brasília

05/02/2015 11h21Atualizada em 05/02/2015 12h20

O ministro das Relações Institucionais, Pepe Vargas, disse que o mandado de condução coercitiva do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, feito pela Polícia Federal na nona fase da operação Lava Jato, na manhã desta quinta-feira (5), não cria constrangimentos ao governo. “Para o governo, não cria constrangimento algum”, afirmou o petista após cerimônia de posse do ministro da SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos), Mangabeira Unger.

Pepe foi o único integrante do governo presente na cerimônia a comentar a nova fase da operação Lava Jato, que investiga desvios de recursos públicos da Petrobras. “Para o governo não cria constrangimento algum. Se houver algum envolvimento de alguma pessoa do PT, o PT vai ter que tomar as atitudes que têm que ser tomadas. Vamos aguardar o desdobramento desses episódios”, afirmou Pepe Vargas.

Na manhã de hoje, foi deflagrada a nona fase da operação Lava Jato. Ao todo, 62 mandados de prisão, busca e apreensão e condução coercitiva foram expedidos para a execução da operação em quatro Estados: Bahia, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo.

Vaccari está sendo ouvido na Superintendência da PF em São Paulo e pode ser liberado ainda hoje.

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