PUBLICIDADE
Topo

Política

Conteúdo publicado há
3 meses

Ministro rebate críticas de governador da Bahia após chuvas: 'Eleitoreiro'

Colaboração para o UOL

18/01/2022 11h37Atualizada em 18/01/2022 12h21

O ministro da Cidadania, João Roma (Republicanos-BA), disse, ao UOL Entrevista hoje, que as críticas do governador da Bahia, Rui Costa (PT), pela atuação do governo federal nas fortes chuvas que atingiram municípios baianos são "eleitoreiras".

"Claramente um viés eleitoreiro, fazendo propaganda do PT, querendo fazer factoides, coisas muito aquém do que nos cabe em uma calamidade como essa. Então, estou com a mente serena e coração tranquilo do que foi feito pelo governo federal", rebateu.

Costa tem cobrado mais recursos do governo Bolsonaro. No último dia 6, pelas redes sociais, o governador pediu um "repasse substantivo" de recursos. "Eu tenho tido contato com representantes do governo, há interesse, mas a burocracia é muito grande e acaba não sendo acessível o recurso. Há cidades devastadas e não dá para esperar os repasses chegarem."

Auxílio Brasil

Durante a entrevista, o ministro da Cidadania também negou que haja viés eleitoreiro no estabelecimento do valor mínimo de R$ 400 para o Auxílio Brasil somente em 2022, ano em que o presidente Jair Bolsonaro (PL) deve tentar a reeleição. João Roma é pré-candidato ao governo da Bahia.

"Todas as ações do governo tem avaliação da população. Isso [Auxílio Brasil] amplia, obviamente, a aceitação do governo, consequência de uma política pública, o que é diferente de ação eleitoreira."

Roma disse que a fila para recebimento do Auxílio Brasil, que começou a pagar a primeira parcela do ano hoje, está zerada. O ministro também garantiu recursos para concessão do benefício a novos inscritos até fevereiro, pelo menos.

"A fila foi zerada. A partir de hoje começa a ser pago o Auxiílio Brasil para as famílias aptas a receber o Auxílio Brasil. Caso exista pessoas que se cadastrem aptas a receber, isso é condicionado à disponibilização orçamentária. Para uma quantidade ainda temos orçamento. Caso agora em janeiro ou fevereiro novas pessoas se cadastrem e sejam aptas, será concedido o benefício e continuaremos a zerar a fila."

Política