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3 meses

Bolsonaro retoma agenda oficial após 5 dias consecutivos sem compromissos

7.dez.2021 - O presidente Jair Bolsonaro (PL), durante evento no Palácio do Planalto - Adriano Machado/Reuters
7.dez.2021 - O presidente Jair Bolsonaro (PL), durante evento no Palácio do Planalto Imagem: Adriano Machado/Reuters

Do UOL, em São Paulo

26/01/2022 07h41Atualizada em 26/01/2022 08h47

O presidente Jair Bolsonaro (PL) deve retomar a sua agenda hoje após cinco dias consecutivos sem compromissos oficiais. Na sexta-feira (21), o presidente interrompeu uma viagem oficial ao Suriname para voltar ao Brasil depois de ser comunicado do falecimento de sua mãe, Olinda Bonturi Bolsonaro, de 94 anos.

Desde sexta-feira (21) até ontem aparece a mensagem "sem compromisso oficial" na agenda do presidente disponibilizada no site do governo federal.

Na segunda-feira (24), o presidente cancelou sua agenda oficial. Procurada pela reportagem, a Secom (Secretaria Especial de Comunicação do governo) não informou o motivo da mudança de planos. A agenda foi atualizada na data com o informe "Sem compromisso oficial". Não houve, contudo, aviso à imprensa sobre a atualização por parte do governo.

Hoje estão previstos dois compromissos na agenda do presidente. São eles:

  • 15h00 - 16h00: Pedro Cesar Sousa, Subchefe para Assuntos Jurídicos da Secretaria-Geral da Presidência da República, no Palácio do Planalto; e
  • 16h00 - 16h30: Fábio Faria, Ministro de Estado das Comunicações, no Palácio do Planalto.

O compromisso com Pedro Cesar Sousa estava previsto para ocorrer na segunda-feira, mas foi cancelado e reagendado para hoje.

A volta das atividades do presidente ocorre hoje, apesar do chefe do Executivo ter decretado ontem o luto oficial de um dia devido à morte do escritor Olavo de Carvalho, 74, considerado o "guru intelectual" de bolsonaristas. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

*Com informações de Luciana Amaral e Carla Araújo, do UOL, em Brasília, e do Estadão Conteúdo.

O governo Bolsonaro teve início em 1º de janeiro de 2019, com a posse do presidente Jair Bolsonaro (então no PSL) e de seu vice-presidente, o general Hamilton Mourão (PRTB). Ao longo de seu mandato, Bolsonaro saiu do PSL e ficou sem partido. Os ministérios contam com alta participação de militares. Bolsonaro coloca seu alinhamento político à direita e entre os conservadores nos costumes.