Procurador chama lideranças sociais para discutir moradia no centro de SP

Luiz Vassallo

O procurador-geral de Justiça Gianpaolo Poggio Smanio vai se reunir nesta quinta-feira (3) com promotores da Habitação e do Urbanismo, representantes e lideranças dos movimentos sociais e também do Corpo de Bombeiros, da Defesa Civil e da Prefeitura para discutir o drama da moradia popular na região central da cidade. A audiência foi convocada pelo procurador-geral.

Na terça (1º), um incêndio derreteu um prédio de 24 andares na esquina da Rua Antônio de Godoy com Avenida Rio Branco. Ali residiam 146 famílias, em uma ocupação irregular.

Na região central da metrópole espalham-se muitos prédios abandonados que servem de abrigo aos sem teto. As condições de segurança são precárias.

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O subprocurador-geral de Justiça de Políticas Criminais e Institucionais, Mário Sarrubbo, designou as promotoras Márcia Monassi e Adriana de Morais para acompanhar a investigação policial sobre o incêndio que levou ao chão o imóvel que já havia abrigado a Polícia Federal e o INSS.

Segundo o Ministério Público, caberá às promotoras de Justiça, ao fim do inquérito policial, decidir se haverá ajuizamento de ação na esfera criminal para punir eventuais responsáveis pelo incêndio e pelo desabamento. O prédio pertence à União e estava cedido à Prefeitura de São Paulo.

Até o início da noite desta quarta, os bombeiros trabalhavam com o número oficial de quatro desaparecidos.

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