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PM é encontrado morto com sinais de tortura em área dominada pelo PCC

Policial Bruno de Oliveira Gibertoni - Reprodução/Facebook
Policial Bruno de Oliveira Gibertoni Imagem: Reprodução/Facebook

Luís Adorno

Do UOL, em São Paulo

16/01/2021 12h05Atualizada em 16/01/2021 12h37

O soldado da PM Bruno de Oliveira Gibertoni, 30, que estava desaparecido desde a madrugada de quarta-feira (13), foi encontrado morto em uma área de mata na cidade de Cubatão, no litoral paulista.

Gibertoni morava na Baixada Santista e desapareceu após se reunir com amigos em São Vicente para assistir ao jogo do seu time de coração, o Palmeiras, pela Libertadores, na noite de terça-feira.

De acordo com policiais civis de Santos, entrevistados pelo UOL, o corpo do soldado foi encontrado em uma ilha próximo da Vila Esperança. O soldado foi encontrado com sinais de violência.

Os agentes acreditam que ele foi torturado antes de ser assassinado. No entanto, apenas os laudos pedidos pela Polícia Civil podem esclarecer o que aconteceu.

O local onde o corpo foi localizado, ainda segundo os policiais, seria utilizado pelo PCC (Primeiro Comando da Capital) para cometimento de crimes, como homicídio, tortura e ocultação de cadáver.

Gibertoni estava lotado no 6º Batalhão da PM, em São Bernardo do Campo. Ele morava com sua companheira na Praia Grande.

Há relatos de tiroteios em Santos entre a madrugada e a manhã de hoje em favelas diferentes da Baixada Santista. Não havia, até esta publicação, confirmação de mortos e feridos.

Segundo os policiais civis de Santos, os tiroteios que ocorreram nas favelas teriam ligação com o assassinato do policial.

Por meio de nota, a PM que o corpo foi localizado às 5h55 em local de mangue e de difícil acesso. "Foi acionada a Polícia Científica para as perícias devidas, o Corpo de Bombeiros foi até o local para auxiliar no transporte do corpo do soldado", disse a corporação.

"A ocorrência foi registrada no DP sede de Cubatão para prosseguimento na investigação e identificação dos autores do crime", complementou a PM na nota.

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